A participação na criação e educação dos filhos é fundamental não apenas para fortalecer vínculos, mas assegurar ambiente favorável de escuta e acolhimento à criança.
Num mundo imediatista, de relações frágeis, demonstrar a importância na qualidade e participação da relação pais e filhos, conduz à criança a uma segurança emocional, fundamental na vida adulta.
Quando digo qualidade de tempo, é estar 100% presente, disponível, envolvido (a) com o filho, ainda que seja por um curto período.
Sobre a permissividade, superproteção dos pais ou ainda não dar limites, tudo isso pode gerar na criança sentimentos de insegurança, incapacidade e falta de autonomia, muito prejudiciais na sua autoestima e autoconfiança.
Lembre-se: os limites também são necessários, ensinam e evitam futuros prejuízos na vida social adulta, crianças superprotegidas tem baixa tolerância à frustração além de terem grandes dificuldades em construir ou sustentar vínculos e relações.
A casa é reflexo e laboratório do que será a vida em sociedade, essas experiências em convívio com autonomia, responsabilidades, afetos repercutem de forma positiva na vida da criança e na construção de sua identidade. Sim.. educar exige paciência, dedicação e tempo. Mas é gratificante assistir um adulto emocionalmente seguro, com relações sociais e afetivas saudáveis, confiante, responsável e respeitoso!
Por Tatiana Cazuriaga – psicóloga.
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