Desde 2015 | A informação começa aqui!

Opinião

O bibliotecário cego: artigo de Carlos Magno Castelo Branco Fortaleza

Tigres, espelhos e labirintos fascinavam o escritor argentino Jorge Luís Borges (1899-1986) desde a infância. Seus poemas, iniciados na vanguarda modernista (ou “ultraísta”), tornaram-se com o tempo sucintas reflexões de alta filosofia. Também escreveu ensaios memoráveis, em que propôs interpretações inusitadas para autores como Cervantes e Kafka. 

continuar »