A Prefeitura de Botucatu liberou na terça-feira (22) o trânsito na Rua Vitor Atti, no trecho que recebeu a primeira frente das obras de drenagem da região da Rua Tenente João Francisco.
A liberação representa mais uma etapa do avanço de uma das principais intervenções de drenagem atualmente em execução no Município. Os trabalhos começaram pela Vitor Atti, no trecho entre as ruas Tenente João Francisco e Domingão Gonçalves, ponto escolhido para o início da implantação da nova estrutura de captação e escoamento das águas das chuvas.
Com o avanço dos serviços nesse trecho, a circulação de veículos pode ser retomada, reduzindo os impactos temporários provocados pela obra para moradores, comerciantes e motoristas que utilizam diariamente a região.
Obra enfrenta um problema histórico
A intervenção nas ruas Tenente João Francisco e Major Matheus representa um investimento de aproximadamente R$ 5,7 milhões e foi planejada para ampliar a capacidade de drenagem de uma região historicamente afetada por alagamentos durante períodos de chuvas intensas.
O projeto prevê novas galerias de águas pluviais, bocas de lobo e poços de visita, criando uma estrutura com maior capacidade de captar e conduzir a água e reduzindo a sobrecarga do sistema existente.
Além das intervenções subterrâneas, o projeto também contempla melhorias na superfície, com execução de guias e sarjetas, recapeamento asfáltico e reconstrução de calçadas, incluindo rampas de acessibilidade, piso tátil, piso intertravado e paisagismo.
A obra é realizada por etapas justamente para conciliar o avanço dos serviços com a necessidade de manter a circulação em uma região que funciona como importante ligação entre o Centro e a Região Norte de Botucatu.
Obras que Protegem Botucatu
A intervenção da Tenente João Francisco integra o conjunto Obras que Protegem Botucatu, que reúne mais de R$ 80 milhões em investimentos em drenagem urbana em diferentes regiões do município.
São obras estruturantes destinadas a enfrentar pontos historicamente afetados pelo excesso de água, ampliar a capacidade de escoamento e preparar a cidade para períodos de chuvas intensas, substituindo intervenções emergenciais por soluções permanentes de prevenção e proteção.





