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Cuidar de quem cuida: esgotamento e dor emocional do cuidador familiar

Muitas famílias conseguem sustentar o cuidado no início. Tentam reorganizar a rotina, dividir horários, adaptar a casa e seguir em frente. Mas quando esse cuidado se prolonga, especialmente em doenças progressivas como o Alzheimer, o desgaste emocional começa a aparecer. E quase sempre existe alguém que passa a carregar o peso maior dessa responsabilidade. O cuidador familiar vive uma sobrecarga que vai além do cansaço físico.

Existe a dor de acompanhar mudanças graduais em alguém que se conhece profundamente, que se ama, e muitas vezes, o sentimento de impotência diante da doença, a falta de reconhecimento e a sensação de que a própria vida ficou suspensa, não é incomum, podem surgir sentimentos de ansiedade, irritação, culpa, tristeza e esgotamento emocional.

Falar sobre a saúde mental de quem cuida também é necessário. Porque ninguém consegue sustentar sozinho um cuidado contínuo sem adoecer emocionalmente em algum nível. Dividir responsabilidades, criar rede de apoio e buscar acompanhamento psicológico não é fraqueza. É cuidado, consciência e preservação emocional.
Se você sente que está exausta (o), com dificuldade de lidar com sentimentos conflitantes, quer oferecer um melhor suporte mas sem se esgotar emocionalmente busque acompanhento profissional.

Tatiana Cazuriaga – Psicóloga Clínica
14 99893-8080.

www.tatianacazuriagapsi.com.br
@tatianacazuriaga.psi

Redacao 14 News

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