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Estudante pede ajuda após ser seguido na Av. Dom Lúcio

A família de um estudante de escola particular, no centro de Botucatu, fez um alerta para uma situação vivida na Avenida Dom Lúcio, perto da Catedral.

“Pessoal! Gostaria de deixar um alerta, principalmente para quem tem filhos. Ontem meu sobrinho de 16 anos foi seguido após sair do colégio Santa Marcelina em direção à avenida Dom Lúcio. Ele percebeu que dois rapazes estavam o perseguindo. Assustado, ele entrou na farmácia e pediu ajuda, enquanto ligava para a minha irmã ir buscá-lo.
O farmacêutico ficou com ele o tempo todo e chegou a confirmar que esses indivíduos abordam as pessoas sempre nessa região. Inclusive um deles vende balas e meu sobrinho já havia comprado várias vezes para ajudá-lo. Eles demoraram para irem embora, e o farmacêutico não deixou que meu sobrinho saísse antes da mãe vir buscá-lo. Sempre importante alertar os filhos para tomarem cuidado ao ficar conversando ao celular pela rua, mesmo em nossa cidade que é segura e nossas forças policiais estão sempre de olho. Mas para pegar um celular de um adolescente distraído é muito fácil! Todo cuidado é pouco e precisamos ficar atentos!”, alertou a mensagem divulgada em um grupo do WhatsApp.

A reportagem entrou em contato com a mãe do estudante.

“Realmente me pegou de surpresa porque era um horário de saída do colégio. Meu filho estuda no Santa Marcelina desde pequeno. Ele foi buscar uma marmita e acabou surpreendido. E ainda que ele teve o alerta, o bom senso de que estava sendo perseguido. E ele falou: eu vou entrar na farmácia. Se eles entrarem atrás, realmente não é coisa da minha cabeça. Dito e feito: do jeito que ele entrou na farmácia, eles ficaram lá de prontidão, e o meu filho ficou bem assustado né? Ele vai fazer dezessete anos então é um menino que sabe das coisas, porém, ele passou o dia abalado, e todo mundo, né? Porque a gente não espera isso, principalmente pelo horário, na Avenida Dom Lúcio, mas eles continuaram o dia todo na Dom Lúcio abordando as pessoas. Um deles meu filho já ajudou várias vezes e caía na conversa, né? Por isso que eu falo: a gente acha que eles são já crescidos e não são né? Porque ele caía nas conversas e acabava comprando bala, um bolo; e ele falou: mãe eu ajudava porque eu ficava com dó”, disse ela.

A mãe do adolescente relata que os estudantes, por terem aula à tarde, saem para comer algo ou comprar uma marmita e em seguida voltam para o colégio.

“Eu sempre tive essa confiança dele ir e voltar. Sempre estou mandando mensagens para saber se está tudo bem. E ele contando no colégio outros contaram coisas parecidas. (Na hora do ocorrido) ele estava no celular conversando com a namorada, então falei que não pode fazer mais isso. Que deixe o celular no bolso. Acho importante falar (na reportagem) para alertar outras mães e crianças porque ali pega a região do La Salle, o Santa, que são ensino integral e os alunos acabam comendo na cidade. É o que acontece com o meu filho, que tem aula integral três vezes na semana. Uma hora da tarde, na Dom Lúcio, eu jamais achei que iria acontecer algo assim. Se fosse à noite até a acho mais arriscado”, comentou.

O caso foi passado pela reportagem para a Guarda Civil Municipal e à Polícia Militar para o ajuste de patrulhamento na região.

Redacao 14 News

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