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Implantação de guarda-vidas em águas como no Rio Bonito poderia evitar afogamentos? 

-Balneário do Rio Bonito em Botucatu. (Foto: Cristiano Alves – 14News)

Já faz algum tempo que existe a discussão de colocar ou não guarda-vidas (antes chamados de salva-vidas), seja bombeiro militar ou civil (com treinamento), buscando proteger as pessoas em rios.

O tema já foi discutido com o Corpo de Bombeiros de Botucatu. A Prefeitura informa que a corporação entende que isso desguarneceria os atendimentos como de incêndio, acidentes e salvamentos que têm chamados frequentes.

Dessa forma, esse tipo de serviço não foi implantado. Chegou a se cogitar bombeiro civil, mas esse tipo de serviço não chegou a ser colocado em prática. Neste final do ano o caso será novamente discutido.

Muitos profissionais acreditam que se deve insistir na prevenção com palestras e orientação com visitas a esses locais. Seria essa a forma mais útil de tentar evitar novos afogamentos.

Depois da morte de um adolescente de 16 anos, neste mês, o assunto voltou a ser debatido. Ele estava em um barco, ao que parece sem estar usando colete, quando o mesmo virou, e o adolescente morreu.

O Grupo “É Rio Bonito” divulgou o seguinte: “O abaixo-assinado do Rio Bonito está rolando na internet, para cobrar do poder público mais verbas para contratar salva-vidas ou monitores em feriados prolongado no Rio Bonito. Já somos mais de 400 assinaturas entre moradores e turistas”.

Ainda destaca: “Uma hora a Prefeitura irá reconhecer, que se tem urgência em projetos que ajudem a diminuir a 2° maior causa de morte entre os brasileiros. O afogamento”.

Afogamentos em Botucatu e região

2019: 9 casos
2020: 5 casos

No início dos anos 90 a média era de 30. De 1995 a 1999 a média era de 26.

Qual a sua opinião?

Algumas opiniões na Página “É Rio Bonito”:

Willian: “Os pais tem que se responsabilizar pela segurança de seus filhos, os bêbados de não entrarem na água, e os demais usar coletes salva vidas, ler atentamente as placas que indicam perigo e pararem de jogar a culpa em terceiros”.

Paulo: “”Aquela base da PM que tem no Rio Bonito, que nunca se vê ninguém ali, poderia ser ocupada por um profissional do Corpo de Bombeiros, acho que seria bem mais proveitoso. Já que não conseguem um salva-vidas poderia ser solicitado ao comando da PM essa substituição.” Já pensaram nessa hipótese?”

Juliana: “Precisa morrer pra alguém tomar providencias lamentável”.

Abaixo os 12 primeiros em números absolutos e por 100.000 hab/ano (óbitos):


Segundo a Sociedade Brasileira de Salvamento Aquático, 16 brasileiros morrem afogados diariamente. A cada 92 minutos, um brasileiro morre afogado. Homens morrem 6,7 vezes mais e os adolescentes têm maior risco de entrar para essa estatística. 47% dos óbitos ocorrem até os 29 anos. 52% – na faixa de 1 a 9 anos – as mortes ocorrem em piscinas e residências.


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