Um leitor do portal 14News entrou em contato com a redação para solicitar um posicionamento da Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana (Semutran) a respeito da sinalização na Rua Costa Leite, na altura do número 668, trecho localizado entre os colégios Anglo e Santa Marcelina.
Segundo a mensagem enviada pelo morador, o local possui uma sinalização de proibido parar e estacionar na faixa amarela, deixando um espaço da via sem uso. O leitor argumenta que a região enfrenta uma grande demanda diária por vagas de estacionamento devido à circulação de alunos, pais e funcionários das instituições de ensino no entorno.
“Acho que seria interessante discutir a proibição de estacionamento nesse trecho da Rua Costa Leite, altura do número 668, entre as escolas Anglo e Santa Marcelina. Isso porque há grande demanda de vagas para os alunos e esse espaço fica injustificadamente sem uso”, pontuou o leitor.
O morador informou ainda que está formalizando um pedido administrativo junto ao órgão municipal responsável pelo trânsito para pedir a reavaliação da sinalização no local.
A reportagem do 14News encaminhará a manifestação do leitor à Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana (Semutran) de Botucatu para esclarecer os critérios técnicos adotados para a proibição do estacionamento nesse ponto específico da via e se há previsão de estudos para liberação ou alteração das vagas na região.

Melhor fluxo de alunos
A justificativa da Semutran (Secretaria de Mobilidade Urbana) de Botucatu para proibir ou restringir o estacionamento na Rua Doutor Costa Leite foi melhorar o fluxo e a fluidez do trânsito na região central, além de organizar o embarque e desembarque de alunos em frente a instituições de ensino locais.
Detalhes da Medida:
- Objetivo principal: Reduzir congestionamentos e melhorar a circulação de veículos em horários de pico.
- Uso da via: O trecho com restrição de estacionamento foi convertido em área voltada para embarque e desembarque rápido de estudantes.
- Caráter da alteração: A mudança foi implementada inicialmente em fase de testes (a partir de fevereiro de 2026), com ajustes temporários promovidos inclusive durante períodos de menor movimento, como as férias escolares.





