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Botucatu

Professora de Botucatu apresentou trabalho de pesquisa em Simpósio de Santa Catarina 

Vivemos um momento difícil provocado pela pandemia da Covid-19, que nos traz mais dúvidas do que clarezas em relação ao futuro. Sabemos, afinal, que através da educação, caminhando lado a lado com a ciência, é possível encontrar as respostas para tantas questões.

Com esse intuito, Eliana Curvelo, ex-professora da rede municipal de Botucatu e atual professora no Instituto Federal do Paraná no Campus de Palmas, apresentou um trabalho de pesquisa sobre a cidadania planetária, contextualizando obras de arte de uma forma completamente nova.

A ideia também traz acontecimentos do mundo e estudos científicos. “Esse estudo foi apresentado por mim para os estudantes no ‘Simpósio Estadual em Ambiente e Saúde’ (SEAS 2021), na cidade de Curitibanos, em Santa Catarina”, contou Eliana.

Para a educadora, este tipo de ensino incentiva os alunos e os provoca a pensar. “Faz com que eles olhem por meio das subjetividades para alcançar novos tipos de objetividade. É por meio da educação do olhar que se ensina a esperança. E é por meio da ciência que aprendemos a agir para transformar e dar sentido a tudo. O uso das artes se torna essencial para entender os espaços de ambiguidade e ambivalência que estamos inseridos”, completa.

Angelus Novus é uma obra de arte feita elo artista Paul Klee em 1920 e, atualmente, é parte da coleção do Museu de Israel em Jerusalém

De acordo com Eliana, os resultados não são imediatos. “A educação não é um produto que se acaba. Essa forma de pensar nos fará acreditar nas possibilidades que temos e nos comprometer com as novas formas de pensar. Não podemos acreditar que os modelos de educação que ainda são utilizados, responderão aos próximos desafios da humanidade. É preciso sempre ampliar e assimilar novas formas de conhecimento e suas apropriações”, acrescenta.

Os estudos sobre educação também serão apresentados no CIHELA de 2021

Congresso Ibero-americanos de História da Educação (CIHELA)

A professora Eliana também apresentará o seu projeto, de forma on-line por conta da pandemia, no próximo dia 20 de julho, no XIV Congresso Iberoamericano de História da Educação, na Universidade de Lisboa, em Portugal.

“Como eu sou formada em artes e escrevo sobre educação, vejo em minha vivência que muitas pessoas acham que não é profissão. Portanto, quando participamos de um Congresso não temos uma expectativa, nós dialogamos mostrando as nossas ideias em um outro local, e queremos saber qual a realidade de cada pessoa, seja qual for a sua nacionalidade. Temos que multiplicar os nossos saberes respeitando quem pensa diferente, é o que sempre digo para meus alunos”, finaliza ela.

O Congresso Ibero-americano de História da Educação (CIHELA) é um evento acadêmico que junta as comunidades de historiadores da educação dos países da Europa, Américas Central e do Sul e da Península Ibérica. É realizado desde 1992, tendo a sua primeira edição realizada em Bogotá, na Colômbia.


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