-Carro que foi levado pelo assaltante no centro de Botucatu

Em Botucatu, a Polícia Civil do Estado de São Paulo, após trabalho dos policiais da DIG -Delegacia de Investigações Gerais de Botucatu localizou um homem de 21 anos que é suspeito de ter assaltado uma mulher e levado o veículo dela.

O assalto foi registrado por volta das 5h00 da madrugada de uma segunda-feira (20/01), na Rua Coronel Fonseca, no centro de Botucatu.

Segundo a polícia uma mulher de 64 anos que conduzia o utilitário Tucson contou que deixou sua filha em um posto de combustíveis em frente ao Supermercado Confiança e quando retornava para a casa percebeu que um veículo preto lhe acompanhava, e quando foi abrir o portão de sua casa, um homem a abordou e em seguida a agrediu com uma chave de fenda grande machucando sua boca.

O bandido que usava óculos de grau e vestia blusa de moletom vermelha assumiu o volante e fugiu com o veículo da vítima. A dona do carro pediu que fosse conduzida pela polícia até a casa do seu filho na Rua Prefeito Tonico de Barros até que esteja mais calma para ir à delegacia fazer boletim de ocorrência.

Depois, o carro foi localizado abandonado em uma rua da na Cohab 1.

APURAÇÃO

O caso foi tratado pelo delegado Celso Olindo e os policiais Marcos e Rafael que através de um trabalho investigativo e diligências identificaram o suspeito como o autor do roubo do veículo Hyundai/Tucson ocorrido no centro de Botucatu.

Nesta terça-feira (10/02) durante o trabalho investigativo e apoio da Guarda Municipal foi realizada uma operação para cumprimento de mandados de busca o suspeito foi localizado e detido. Na delegacia confessou o crime. Disse que no dia do crime voltava de uma balada e precisando pagar dívida de droga acabou praticando o assalto.

O homem teria seguido o carro da vítima, uma Tucson, e depois praticou o roubo. Com ele estavam duas mulheres em um Palio preto. Elas alegaram que saíram de um baile funk e não sabiam do crime e só davam carona ao assaltante. Ambas estão sendo investigadas.

Apoiaram a ocorrência os agentes Nogueira, Batista e de Santi da viatura GAPE e os guardas civis Rezende e Adriana.

O suspeito que confessou o crime e passou por reconhecimento pessoal continuava sendo ouvido na delegacia. Ele estava solto por envolvimento com outros crimes fazia 4 meses.

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