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Mesmo com represa, Botucatu sofre com falta de água após privatização

A reportagem tem recebido muitas demandas de falta de água de forma constante em Botucatu.

O governador Tarcísio de Freitas entregou no dia 27 de setembro de 2024 a barragem Prefeito Plínio Paganini, no rio Pardo, em Botucatu. “Considerada a maior da região, a obra da Barragem realizada pela Sabesp vai ampliar a resiliência Hídrica do município, garantindo o abastecimento pelas próximas décadas”, informou na época o Governo do Estado.

“Esta é uma obra que garante a resiliência hídrica das cidades para os milhares de pessoas que moram hoje no município e para aquelas que estarão aqui no futuro. Uma ação que mostra o planejamento da Sabesp em um momento de eventos climáticos extremos”, afirmou o governador Tarcísio de Freitas no dia da entrega da obra.

As obras de construção da barragem contaram com investimentos de R$ 57,9 milhões do Estado. “A represa possui capacidade de armazenamento de aproximadamente 10 bilhões de litros d’água e terá uma vazão de 880 litros por segundo. O reservatório ocupará uma área de 280 hectares, sendo 150 de área inundada e 130 de proteção permanente. Ao garantir a segurança hídrica de Botucatu, a nova barragem terá um impacto positivo tanto no abastecimento urbano quanto na irrigação agrícola da região. Também foram plantados 160 mil mudas de árvores nativas no entorno do empreendimento”, divulgou a assessoria do Governador.

Tentando resolver o problema:

“Diante da falta de água registrada em diversos pontos de Botucatu, especialmente na região do Balneário, a Prefeitura agiu de forma imediata.bAcionamos a Sabesp para regularizar o abastecimento com o envio de caminhões-pipa e a realização de reparos nas adutoras afetadas”, divulgou o prefeito Fábio Leite.

“Na próxima segunda-feira, a Procuradoria Municipal irá notificar formalmente a concessionária para que apresente um plano de ação efetivo, capaz de evitar que situações como essa voltem a acontecer. Nosso compromisso é claro: defender a população, garantir serviços essenciais e cobrar soluções rápidas e responsáveis. A Prefeitura segue acompanhando de perto e atuando para normalizar o abastecimento o quanto antes”, comentou.

Mesmo com muita água represada, a Sabesp não consegue bombear de forma ágil a água para a rede quando há aumento da demanda.

Redacao 14 News

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