Uma campanha de doação de sangue está sendo realizada para ajudar Abner Salatiel de Oliveira, de 17 anos, filho de bombeiro de Jaú e que está internado em estado grave no Hospital das Clínicas de Botucatu.

Segundo a campanha, está sendo aceito todos os tipos de sangue. Quem puder ajudar deve procurar o Hemocentro de Botucatu.

O pedido de ajuda foi enviado para a imprensa pelo Corpo de Bombeiros de Botucatu, que constatou baixo estoque na Unesp.

Abner é filho do cabo Davi Oliveira do 4º Pelotão de Jaú.

Homens podem doar sangue até quatro vezes ao ano, com intervalo de 60 dias entre cada doação. Já mulheres, podem colaborar três vezes, com intervalo de 90 dias.

A triagem de doadores segue normas nacionais e internacionais e visa oferecer segurança e proteção ao doador e ao paciente.

Para doar é preciso:

– Estar em boas condições de saúde;

– Ter entre 16 e 69 anos (menores, a partir dos 16 anos podem doar acompanhados de um dos pais ou responsável legal; maiores de 65 anos só podem doar se já doaram antes dos 60 anos);

– Pesar mais de 50 kg;

– Estar descansado (ter dormido pelo menos seis horas nas últimas 24 horas);

– Estar alimentado (evitar alimentação gordurosa duas horas antes da doação);

– Portar documento oficial com foto (obrigatório);

O doador não pode:

– Estar utilizando determinados medicamentos (informe-se com a equipe do Hemonúcleo quais remédios impedem a doação);

– Ter tido hepatite após os 10 anos de idade;

– Ter tido evidência clínica ou laboratorial de doenças infecciosas transmissíveis pelo sangue, como Hepatites B e C, AIDS (Vírus HIV), doenças associadas aos vírus HTLV I e II e Doença de Chagas;

– Ter feito tatuagem ou colocado piercing nos últimos 12 meses;

– Estar resfriado ou com gripe (aguardar sete dias depois do desaparecimento dos sintomas);

– Estar grávida ou amamentando;

– Ter ingerido bebidas alcoólicas nas 12 horas que antecedem a doação;

– Ter usado drogas ilícitas injetáveis;

– Ter realizado parto normal (esperar 90 dias após o parto) ou cesariana (esperar 180 dias após o parto);

– Ter sido exposto à situações de maior risco para contração de doenças sexualmente transmissíveis (aguardar 12 meses);

– Ter viajado para os Estados do Acre, Amapá, Amazonas, Rondônia, Roraima, Maranhão, Mato Grosso, Pará e Tocantins – locais com alto índice de malária (aguardar 12 meses).

 

(do 14News)