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Botucatu

‘Aroma de Saudade’ vence Festival da Música Sertaneja em Botucatu 

No último final de semana, entre os dias 22, 23 e 24 de setembro, foi realizado o 28º Festival da Música Sertaneja de Botucatu, evento promovido pela Secretaria de Cultura e que teve como objetivo difundir a cultura caipira no Município através da música.
 
O Festival foi realizado dentro da “Festa da Cultura Caipira” no Espaço Cultural “Antônio Gabriel Marão” e reuniu compositores de Botucatu e região, que apresentaram diversos estilos, como moda de viola, toadas, cateretês, lundus, querumanas, valseados, rasqueados e outros.
 
A música vencedora do Festival foi a “Aroma da Saudade”, dos compositores Augusto César & Gustavo, de São Manuel (SP). A mesma música também venceu na categoria “melhor arranjo”.
 
Veja a lista de premiação completa do Festival:
 
Premiação principal: 
1º Lugar:

Música: Aroma da Saudade
Compositor: Augusto César & Gustavo
Intérpretes: Augusto César & Gustavo (São Manuel/SP)
 
2º Lugar:
Música: Sistema do Matuto
Compositor: José Neto & Nivaldo Aquino
Intérpretes: José Neto & Nivaldo Aquino (Lontra/MG)
 
3º Lugar:
Música: Festa no Céu
Compositores: Rafael Henrique & Campo Grande
Intérpretes: Os Dois Violeiros (Jundiaí/SP)
 
Troféus 
Melhor Letra:

Traços de uma Lida
Compositor: Gilmar França
Intérpretes: Célio & Leandro (Jaú/SP)
 
Melhor Intérprete:
Os Dois Violeiros (Jundiaí/SP)
com a música Festa no Céu
Compositores: Rafael Henrique & Campo Grande
 
Melhor Arranjo:
Música: Aroma da Saudade
Compositores e Intérpretes: Augusto César & Gustavo (São Manuel/SP)
 
Melhor Instrumentista:

Bruno Takashy Hiromita Silva (Uberlândia/MG)
Música: Viola de Aroeira
  
Aroma da saudade
Compositor: Augusto César & Gustavo
Augusto César & Gustavo (São Manuel/SP)
 
Voltei ao tempo através de um sonho lindo
Foi tão real, parecia de verdade
Revi as cenas de um passado colorido
Eu não sabia da minha felicidade.
Vi a casinha branca onde eu morava
E a paineira perfeitamente orida
Eu fui tomado pelo pranto da saudade
Saudade louca da minha infância querida.
 
Vi o meu pai me chamando pra brincar
Com o carrinho de madeira improvisado
Era tão simples fazer a nossa alegria
Mas hoje em dia tudo é tão complicado.
Hoje eu tenho muitos carros de verdade
Vivo apressado nem vejo a vida passar
Por nem um deles eu sinto tanto carinho
Como o carrinho que papai fez pra eu brincar.
 
Vi lá no canto o velho fogão de lenha
Mamãe estava preparando a comida
Senti na hora o aroma da saudade
Minha mãezinha foi embora desta vida.
Lágrimas tristes escorriam dos meus olhos
Enquanto a lenha queimava lá no fogão
Quanta saudade da minha mamãe querida
São brasas vivas queimando em meu coração.
 
Quando eu fui abraça-la meu despertador tocou
Nessa hora eu acordei sentindo uma grande dor.
Vivo aqui preso neste apartamento
Num condomínio perto da grande cidade
Se eu pudesse pra sempre voltar no tempo
Viver pertinho da minha felicidade.

 

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(com Assessoria de Imprensa)


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